Clica no link abaixo e dá uma olhada...
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Recicle mais, pague menos!
Para isso, é só comparecer a um posto de coleta com a conta de energia e realizar o cadastramento. Feito isso, basta levar os materiais recicláveis, limpos, secos e separados para pesagem.
Na hora o participante recebe um comprovante com a quantia que será descontada na próxima conta e o valor será registrado no cartão e enviado para a distribuidora de energia. Se esse desconto ultrapassa o valor da conta, é transformado em crédito para o próximo mês.
Por enquanto há somente um posto de coleta em funcionamento, mas a expectativa da empresa é que ao longo do tempo mais pessoas possam ser beneficiadas. A meta é arrecadar 1600 toneladas de materiais recicláveis até o final de 2014, em 10 pontos de coleta e alcançando cerca de 40 mil clientes cadastrados.
Este posto de coleta está localizado na Rua Joaquim Forzano, em frente ao nº 50, na Vila Guacuri, zona sul de São Paulo. Fica aberto às terças e quintas, das 9h às 16h.
E se sua vida fosse um pouco menos cinza??
Assim, as pessoas ganharam um espaço verde em lugares inesperados.
domingo, 10 de novembro de 2013
Primeiras sandálias biodegradáveis do mundo

quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Escola movida a energia solar...

segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Coca-Cola e seu outdoor verde...
A iniciativa surgiu a partir do conceito "viva positivamente", da Coca-Cola Filipinas, que vê na sustentabilidade um compromisso de fazer diferença no mundo.
A ideia, que une a sustentabilidade a duas das marcas mais famosas do mundo, é como se fosse um "jardim vertical"de 60m². Sua superfície é coberta com plantas de chá Fukien, ótimos absorventes da poluição do ar (cada planta tem capacidade de absorver até 13 quilos de dióxido de carbono por ano!).
As plantas foram colocadas em 3.600 garrafas de plástico velhas da marca: além do reaproveitamento do material, estas garrafas direcionam o crescimento das plantas. Para economizar água, a irrigação é toda realizada por um sistema de gotejamento, que faz com que a água escorra lentamente para as raízes das plantas, através de válvulas, tubos e emissores.
Fonte: http://goo.gl/Jd1dDK
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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Starbucks Store feita com containers reciclados!
Este é mais uma passo da Starbucks em busca de sustentabilidade, já que os containers são reaproveitados (antes eram utilizados para transportar o café que a empresa exporta para o mundo todo).

O conceito foi idealizado pelo arquiteto Tony Gale, e deve servir de modelo para outras lojas Starbucks pelo mundo, reafirmando o desejo da empresa em incentivar a construção verde. A estrutura em si é muito simples: quatro containers agrupados formam dois pavimentos e um abrigo para os carros. Ainda que compacta, a loja disponibiliza algumas mesas e cadeiras em sua área externa.
Veja mais algumas fotos da "loja recilada":




Fonte: http://goo.gl/xXc4dQ
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Sustentabilidade infantil: como marcas veem os consumidores do futuro
Sustentabilidade infantil: como marcas veem os consumidores do futuro
Tang, Danone e Pritt focam em conteúdo sobre o meio ambiente e desenvolvem oficinas, brigadas de reciclagem e jogos educativos para o público menor de 12 anos
Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing | 15/12/2011
fernanda@mundodomarketing.com.br
A questão ambiental já está presente na vida cotidiana das crianças, por meio dos educadores e da mídia, e as gerações atuais estão mais preocupadas com o tema. Se hoje as empresas já não estão mais alheias à sustentabilidade, quando seu público alvo são as crianças, o fato torna-se mais importante. As companhias passam também a focar na educação dos mais novos, por meio de jogos, material para professores e oficinas, para valorizar a imagem de suas marcas e aproximar produtos e serviços dos pequenos consumidores.
“O consumidor tem um poder nas mãos. Suas escolhas abrangem vários aspectos, como economia, sociedade e meio ambiente, e direcionam as ações das empresas. Estamos em um processo de transformação significativo que não sabemos onde vai dar. Ainda não somos sustentáveis, mas talvez nossos netos sejam”, diz Mirna Folco, Coordenadora de Capacitação Comunitária do instituto Akatu Mirim, voltado para ensinar sustentabilidade às crianças, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Aprender jogandoNa hora de levar o assunto sério às crianças, é necessário torná-lo atraente. “Para falar de um tema como esse, que envolve mudança de prática e de comportamento, é preciso também ser lúdico e interativo. Os jogos são uma boa ferramenta”, diz Mirna.
Assim como o portal do Akatu Mirim, do qual é patrocinadora, a Tang criou um game para reforçar o tema junto ao público infantil, importante consumidor da categoria. O Planeta Verde Tang, lançado em julho, é uma espécie de The Sims na qual os participantes constroem uma cidade, lembrando-se da preocupação de recolher o lixo, enviá-lo para o local certo e criar novos objetos a partir de usados. “O mais importante é mostrar à criança que ela pode realizar ações leves e divertidas, mas que tenham uma importância”, diz Juliana Macedo, Gerente de Marketing da Tang, marca da Kraft Foods, em entrevista ao portal.
A Estrela também investiu na proposta, com o lançamento do Banco Imobiliário Sustentável. O jogo tradicional, no mercado desde 1944, ganhou a versão ecologicamente correta. Além de ser feito 100% com matérias-primas renováveis, a temática busca fazer as crianças aprenderem brincando. Ao invés de bairros e ruas, as casas do tabuleiro são reservas naturais, como a bacia do Rio São Francisco. As companhias de transporte foram substituídas por empresas como Companhia de Reciclagem Energética e de Reflorestamento e as punições e sortes são, por exemplo, “sua empresa foi multada por poluir demais” e “você protegeu suas terras do desmatamento e faturou com o turismo ecológico”.
Plantando no pote de DanoninhoOutra empresa que tem as crianças como público alvo e deseja ter sua imagem relacionada à sustentabilidade é a Danone. Com o mote “Danoninho Para Plantar”, a companhia empreende uma ação na vida real e virtual. Em cada embalagem vem um pacote com sementes para as crianças plantarem no pote do produto, com instruções direcionadas a elas.
No produto, também é encontrado um código exclusivo que permite ao participante criar uma floresta virtual no site da mascote Dino. A cada árvore plantada virtualmente, a empresa custeia o reflorestamento de um metro quadrado da Mata Atlântica, realizado pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê), parceiro da Danone na ação. Em 2011, até agora, foram reflorestados 88.318 metros quadrados com a iniciativa.
Para manter os pequenos interessados, a empresa, por meio de Dino, oferece prêmios para o participante acrescentar à sua floresta virtual e realiza entrega de medalhas. Recentemente, a companhia também lançou um jogo para iPhone em que o usuário deve fazer a mascote espalhar sementes. Quem conclui o game ganha mudas exclusivas para plantar no site.
Um reforço ao orgulho das criançasCom o Esquadrão Verde, a Tang também realiza ações virtualmente e na vida real. Para participar do projeto, realizado em parceria com a Terracycle, as crianças devem se cadastrar no site, que abriga jogos. A marca propõe algumas ações para os internautas realizarem em casa, como um filme mostrando como fazer fantasias com materiais reciclados e pedindo para os participantes postarem fotos e vídeos provando que realizaram a iniciativa.
“Realizamos pesquisas e começamos a entender melhor o que era importante para as crianças. Percebemos, principalmente no público de oito a 12 anos, que eles deixam de se ver como criancinhas e começam a ter liberdade, com limites, então querem conquistar seu espaço e mostrar aos pais que são capazes de fazer coisas legais. Notamos uma vontade das crianças em relação a melhorar o meio ambiente, e por outro lado elas não sabiam como fazer”, diz Juliana.
Fidelizando educadoresApesar da comunicação direta com as crianças, também é importante falar com os pais e educadores. Dentro da estratégia da Tang, há um projeto embrionário com professores, ainda em fase de testes. O objetivo é levar conteúdo educativo e treinar os profissionais a comunicarem o tema de uma maneira que interesse às crianças. Os professores recebem as informações sem haver a presença da marca nas escolas.
Outra empresa que tem planos para reforçar este braço de capacitar os educadores no assunto é a cola Pritt. A marca da Henkel tem um projeto de desenvolver um programa de fidelização para professores, disponibilizando conteúdo no site da marca para ser utilizado na sala de aula. Entre o material, estarão propostas de atividades para serem feitas em casa e na escola, passo a passo de reciclagem, dicas e ideias sustentáveis.
Com presença constante no dia a dia dos estudantes, a Pritt abraçou o compromisso de passar sustentabilidade a seu público, unindo-o ao tema de criatividade. Por meio da Campanha Pritt Volta às Aulas 2012, sob o slogan “Recicle e Crie seu Mundo”, a marca oferece oficinas de artes manuais com materiais reciclados. As Oficinas Pritt, realizadas em parceria com o canal de TV Nickelodeon, funcionarão em janeiro nas praias de São Paulo, aproveitando o verão. Além disso, a empresa lançou um produto especialmente para a campanha, a cola Pritt Hobby, que é desenvolvida a partir de cana de açúcar, em um processo de produção que não agride a natureza.
Publicidade infantil
Quando o assunto é a comunicação de empresas direcionada a crianças, se esbarra nas regulamentações e na discussão pública sobre publicidade infantil. “Tem que ter cuidado ao direcionar publicidade a crianças. Por isso mesmo as empresas seguem outros caminhos, porque não dá mais para simplesmente falar para a criança que ela deve consumir”, diz Mirna, do Akatu Mirim.
A Kraft Foods, por exemplo, tem uma política interna quanto a isso. Foram selecionados produtos que, de acordo com seus valores nutricionais, poderiam ter ações de divulgação direcionadas a crianças acima de seis anos, entre eles o Tang, que atende aos requisitos de possuir menos de 40 calorias e 10g de açúcares adicionados. Já as ações nas escolas com a divulgação das marcas foram abolidas. Nos projetos de Tang para instituições de ensino, as crianças não têm contato com a marca.
Já a Danone usa o site global The Food Profiler, uma metodologia de avaliação da qualidade dos alimentos, guiado por dados do NutriBrasil Infância. A ferramenta aponta os produtos destinados ao público de três a 12 anos que podem usar a publicidade, por seus perfis nutricionais. A empresa também não pratica distribuição de produtos em escolas, a menos que seja para fins educativos ou esportivos.
Além da reciclagem
Apesar das ações positivas, ainda é preciso investir muito mais na temática para revolucionar a forma de consumo e torná-la realmente sustentável quando as crianças de hoje forem adultas. “A sustentabilidade é um movimento que está acontecendo, já buscamos ter práticas melhores de consumo, mas há um caminho maior a percorrer. O consumo ainda é visto como um ato, mas é um processo em que se deve decidir de qual empresa comprar e como jogar fora ou reaproveitar”, diz Mirna.
É importante lembrar também que a sustentabilidade vai além da reciclagem, o tipo de iniciativa mais realizada com as crianças, principalmente pela complexidade de outros assuntos. “As empresas focam muito em reciclar, mas isso não é a solução. A reciclagem é a última saída, não dá para pensar só nela, temos principalmente que refletir, aprender juntos e, quanto mais pessoas fizerem parte do diálogo, melhor”, diz Mirna.
FONTE: http://mundodomarketing.com.br/reportagens/comportamento-do-consumidor/22394/sustentabilidade-infantil-como-marcas-veem-os-consumidores-do-futuro.html
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Natura e o pioneirismo no Marketing Verde
A Natura ganhou destaque no relatório Talk the Walk, fruto de uma parceria da UNEP (o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas), Global Compact e Utopies, essa última uma consultoria francesa dedicada à promoção do desenvolvimento sustentável.
O estudo, que tem por objetivo mostrar de que forma uma comunicação consistente pode ser eficiente para sedimentar a cultura do consumo consciente no mundo, apontou a Natura como uma das empresas pioneiras no chamado Green Marketing (marketing verde). As outras duas empresas citadas como referência foram American Appareal e Stonyfield Farm, ambas companhias americanas.
No caso da Natura, o relatório explora principalmente o trabalho de comunicação da linha EKOS, dando ênfase à iniciativa da marca brasileira de levar suas crenças e valores ao maior número de consumidores possível, por meio de ações de merchandising em programas de TV e novelas de grande audiência
domingo, 18 de dezembro de 2011
Inteligência ecológica x Marketing verde

O combate ao falso marketing verde e a diminuição do impacto ambiental causado pelo consumo são as novas palavras de ordem do psicólogo e escritor Daniel Goleman, 64.
Autor do best-seller “Inteligência Emocional“, ele investe agora na “Inteligência Ecológica”.
Nesse seu último livro, Goleman defende que a sociedade tome consciência dos processos de produção que envolvem tudo aquilo que se consome, e que sejam revistos os métodos industriais incompatíveis com a preservação do planeta e da saúde das pessoas. “Não é mais possível ficar no escuro”, diz o autor.
Um dos caminhos para a transparência total, segundo o autor, é o trabalho dos ecologistas industriais -profissionais que sabem traçar toda a história de cada componente de um produto, calculando seus impactos ambientais e sociais. Assim, o ciclo de vida completo de uma mercadoria ficaria disponível para a análise dos consumidores, que decidiriam o que levar para casa com base em dados concretos, e não mais em falsas alegações ecológicas dos fabricantes. Esse trabalho minucioso, que começa a virar realidade em algumas partes do mundo, é o caminho para combater o falso marketing verde, diz Goleman.
Como diferenciar marketing verde de iniciativas reais para reduzir impacto ambiental?
DANIEL GOLEMAN – Agora, é muito difícil. Não há uma instituição independente que avalie o impacto do que compramos, ao menos não no Brasil. Mas já existe tecnologia para tornar isso possível. Nos EUA e na Europa isso já começou.
Quem deve responder pelas análises de ciclo de vida dos produtos? Governos, empresas?
GOLEMAN – Sou a favor de algo independente, como um grupo de ecologia industrial, para criar uma total transparência e dar informação aos consumidores. Um modelo para isso é o Good Guide. Ele é um corpo independente de cientistas e acadêmicos, que têm diversas fontes de informação. Eles oferecem um perfil completo do produto, de todo o seu impacto ambiental. Esse guia resume todas as avaliações em uma só, e dá uma nota simples, de 0 a 10. Com isso, você tem uma maneira de fazer escolhas reais.
Onde existe um desenvolvimento maior das análises de ciclo de vida dos produtos?
GOLEMAN – Estados Unidos, União Europeia e China. A China, surpreedentemente, está se tornando um centro de estudos desse assunto. Eles são a fábrica do mundo e estão percebendo que precisam entender por que seus clientes preferem um produto a outro, por que param de comprar algo. Todos os fabricantes serão forçados a dar todas as informações sobre seus processos de produção. O varejo começa a exigir isso. O modelo é o Walmart. Cerca de 20% dos produtos chineses são fabricados para o Walmart. E eles estão criando um índice próprio de impacto ambiental. Vão exigir as informações dos fabricantes, analisar, dar uma nota e colocá-la ao lado da etiqueta de preço, no supermercado. Isso está causando um pequeno terremoto na indústria. Uma outra cadeia de supermercados, a Safeway, com lojas na Califórnia, também está colocando essas notas, baseando-se nos rakings do Good Guide, que consideram o impacto de cada produto no aquecimento global, quanta energia ele consome, o impacto na biodiversidade, o impacto social. São questões duras, para as quais a indústria está sendo forçada a olhar. Nesta nova era de transparência, o consumidor vai votar com o seu dinheiro.
Não é muito poder para quem faz esses índices?
GOLEMAN – A organização que faz esse tipo de ranking tem que ser transparente. Quem quiser fiscalizar isso tem que ter acesso aos critérios para a escolha da nota. Não sei se o índice do Walmart, por exemplo, vai ser transparente. Se não for, isso pode dar vazão ao marketing verde, a coisas que parecem ecológicas, mas que só diminuem impacto em um aspecto. A transparência é a única coisa que pode acabar com esse “greenwashing”: a coisa que parece verde, mas não é.
As condições de trabalho entram nesse ranking?
GOLEMAN – No do Good Guide entram. A pessoa que fez o Good Guide [o americano Dara O'Rourke] é um professor que passou anos em chão de fábrica em países do terceiro mundo. Ele é que denunciou a Nike e expôs o uso de trabalho indigno que a companhia fazia. Hoje em dia, a Nike lidera um movimento em seu setor para acabar com o uso de “sweatshops”.
Como fazer o consumidor criar o hábito de consultar esses índices e mudar suas escolhas?
GOLEMAN – O Good Guide, por exemplo, está num aplicativo de iPhone. Você procura lá o xampu que vai comprar, o protetor solar, e ele mostra qual é a nota dele quanto ao impacto ambiental e se há similares melhores. Como a gente não costuma mudar muito nossa lista de compras no mercado, acho que não é tão difícil assim. Para as gerações mais novas, isso já faz parte do cotidiano. O trauma da geração das crianças de hoje é o risco de perder o planeta como nós o conhecemos. Agora, os mais velhos têm mais dificuldade de mudar de hábitos. Hoje, ainda é difícil fazer boas escolhas. Com a era da transparência, ficará mais fácil.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Você sabe o que é marketing verde?
Seja empresa grande ou pequena, a organização que deseja crescer no competitivo mercado, deve estar atenta aos anseios não só de seus clientes, mas da sociedade em geral.
Vale lembrar que muitos desses anseios não são mero modismo, como alguns acham, mas sim algo que pode mudar a trajetória de vários negócios, e a empresa que quiser sobreviver e crescer deve estar atenta a esses fatores.
E um que vou destacar em especial, é a preocupação que as pessoas vêm tendo em relação ao meio ambiente, chegando a fazer pequenas modificações em seus hábitos, dentre estes a escolha por produtos tido como “verdes” ou ecologicamente corretos e deixando de consumir aqueles que prejudicam o meio ambiente.
É nesta situação que as organizações vêm adotando em sua cultura organizacional, o marketing verdetambém conhecido como marketing ambiental.
Apenas para situar o leitor, o marketing verde é um dos mais novos nichos do marketing, voltado a atender as demandas de seus clientes que, preocupados com o meio ambiente, exigem que as empresas realizem algumas modificações nos processos de fabricação de seus produtos a fim de ajudar na preservação e aumentar a qualidade ambiental. Além disso, o marketing verde serve também para que a empresa possa atender às diversas legislações ambientais que vem surgindo.
Talvez você esteja imaginando: “Há essa deve ser mais uma estratégia da empresa visando apenas o seu lucro.” Realmente, no inicio do marketing verde, mais precisamente nos anos 80 e 90, o pensamento das empresas era basicamente esse. Mas aos poucos, através das pressões sociais, legais e até mesmo da própria mudança de consciência por parte dos empresários, hoje o foco é mais voltado a preservação do meio ambiente, sendo que muitas organização tem feito muito mais do que o exigido pela lei.
Um dos grandes diferenciais do marketing verde é que ele tem a oportunidade de beneficiar vários grupos, pois através de suas ações a empresa, sociedade e meio ambiente saem ganhando. É o que podemos chamar de reação em cadeia.
A preocupação ambiental é mais uma tendência imposta pela sociedade e é algo que não tem data para acabar. Assim as empresas que não se adequarem a isso, podem enfrentar vários problemas que vão desde perda de vendas até multas de alto valor.
Por isso esteja pronto para fazer modificações na estrutura do seu negócio e encare o marketing verde não como um atraso, mas sim como uma oportunidade de aumentar seus lucros, reduzir seus custos e ajudar o meio ambiente
Fonte: http://www.produzindo.net/voce-sabe-o-que-e-marketing-verde/
domingo, 11 de dezembro de 2011
Os novos paradigmas do consumo sustentável
Decorreu em Hamburgo, capital europeia da sustentabilidade 2011, nos dias 6, 7 e 8 de Novembro, a conferência científica internacional sobre o tema “Sustainable Consumption – Towards Action and Impact” (www.sustainableconsumption2011.org).
Na perspectiva do marketing sustentável foram debatidos temas como o valor da sustentabilidade para o consumidor, o retorno do marketing verde para as empresas e o contributo da promoção da alteração de comportamentos para reputação das empresas face a um novo perfil de consumidor, cada vez mais informado sobre os produtos que compra e a quem compra, e de uma sociedade mais exigente.
Assistimos presentemente a uma mudança de paradigma, em que o consumo materialista e hedonista é questionado. Neste modelo vigente, o consumo é encarado como algo benéfico, pois promove o culto da ascensão material, do sucesso e dos ideais de conforto e segurança. Porém, chegámos ao momento em que a expansão da economia global segundo este modelo é posto em causa pelas contradições existentes entre os imperativos económicos e ecológicos.
Segundo dados do Worldwatch Institute enunciados por Erik Essadourian, 12% da população mundial, que vive na América do Norte e na Europa Ocidental, é responsável por 60% do consumo mundial, enquanto os restantes 33%, na Ásia Austral e na África abaixo do Saara, são responsáveis por apenas 3%. Estes e outros fenómenos levarão à degradação dos ecossistemas e a uma necessidade crescente de energia e recursos naturais que colocam em causa o bem-estar humano.
É neste contexto que foram enunciados alguns dos principais desafios que o consumo sustentável tem pela frente, pois apesar do tema fazer parte da agenda política e económica, a adopção de produtos mais amigos do ambiente está muito aquém do esperado. Na prática, o que nos deparamos é com um desfasamento entre a intenção e a compra efectiva de produtos verdes. O consumidor afirma-se como conhecedor do tema e ecologicamente consciente mas tal não se traduz com o seu comportamento de compra na prática.
Na sua apresentação, Elizabeth Shove evidenciou que o consumo é um fenómeno multifacetado, pois trata-se de uma prática social ubíqua, e simultaneamente uma força económica, e as suas consequências são conflituosas. De um lado temos a produção, a indústria, a regulação. Do outro o mercado e as escolhas individuais, sendo que os determinantes do comportamento de compra sustentáveis são de difícil controlo pelo Estado ou agentes reguladores. Cabem, por isso, à esfera privada.
Os desafios futuros são multidisciplinares e é necessário cada vez mais pensar na perspectiva do consumidor. Não se pode isolar o consumo sustentável mas sim contextualiza-lo no sistema e nos estilos de vida”.
(Fonte: http://www.greensavers.pt)
Campanha Verão da rede Mundo Verde lança coleção de copos
A campanha de verão da rede Mundo Verde 2011/2012, alertar para cuidados com a saúde no verão, com dicas de como manter o corpo mais bonito e saudável. A estratégia de marketing da marca tem um cunho social e pretende conscientizar a preservação do meio ambiente. No dia 10 de dezembro, a MV lança uma coleção com três copos que poderão ser adquiridos nas compras acima de R$ 75,00 por R$ 10,90 ou individualmente por R$ 24,90. Será investido R$ 1,6 milhão de dezembro a Fevereiro na campanha de mídia imprensa que destacará a coleção.
Segundo o diretor de marketing da rede, Donato Ramos, um copo de plástico pode demorar até 200 anos para se decompor na natureza. “No verão, as pessoas estão nas praias e praças e é importante não se esquecer de cuidar da natureza para que as próximas gerações possam usufruir das belezas do nosso país. Os copos são bonitos e práticos e ideais para quem passa grande parte do tempo ao ar livre”, diz ele.
As cores escolhidas para as ilustrações dos copos levaram em conta a Cromoterapia com o objetivo de estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções através das cores. O copo com tons Verde representa as energias da natureza, da vida, esperança e perseverança. Simbolizam a renovação, fertilidade, crescimento e saúde.
O copo com cores cítricas (vermelho, amarelo e laranja) remetem ao verão e tem ligação direta com a criatividade, jovialidade, alegria e o dinamismo. O outro copo com tons rosa, azul e lilás tem ligação direta com o bem estar. A promoção é válida até 29/02/2012 ou enquanto durarem os estoques das lojas participantes.
[Fonte: www.mundoverde.com.br]
Aposta no marketing verde pode gerar bons resultados
O chamado “Marketing Verde” consiste na prática de todas as atividades inerentes ao marketing, porém incorporando a preocupação ambiental. Seu objetivo é realizar e satisfazer os desejos e as necessidades dos consumidores, desde que o processo não cause danos à natureza.
É muito importante que as organizações, ao aderirem a este conceito, informem os seus clientes a respeito das vantagens que eles terão ao adquirirem produtos ambientalmente corretos. Desta forma, podem gerar um estímulo em quem já tem essa preocupação, assim como despertar interesse em quem ainda não havia parado para pensar nestes aspectos.
Mas o que até o momento parecia ser positivo, para alguns ambientalistas não é. As empresas nunca estiveram tão engajadas com o meio ambiente, e muitos acreditam que isso possa ser apenas estratégia para que se aumente o número de clientes. Usar o “Marketing Verde” apenas para influenciar o consumidor, tendo em vista que algumas atitudes internas na empresa não irão mudar realmente, também torna-se negativa, além de não beneficiar a natureza.
A marca brasileira Natura pode ser citada como uma das pioneiras neste segmento. A empresa destaca-se com a linha EKOS, sempre buscando comprar matérias-primas vegetais, extraídas sem qualquer ônus ao meio ambiente. O trabalho de comunicação desta linha tem como objetivo levar suas crenças e valores ao maior número de consumidores possíveis, por meio de ações em novelas e programas televisivos de grande audiência. Isso tudo para difundir uma nova cultura ambiental.
Levando-se em conta esse exemplo e a consciência corporativa verde, o marketing tem uma força muito importante para cumprir esse papel. Trabalhar práticas ambientais e conscientizar as pessoas a terem responsabilidade é fundamental, principalmente nos dias de hoje.
Sempre que isso que seja feito de maneira verdadeira, certamente as empresas terão um retorno positivo e ajudarão a salvar o planeta da degradação total, que parece se aproximar a cada dia.
(Fonte: http://www.pcom.com.br)
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Sustentabilidade: Alemanha desenvolve casa que produz sua própria energia
Um novo conceito em sustentabilidade vem sendo desenvolvido pelo governo alemão: casas que sejam produtoras de sua própria energia. A ideia veio do Ministério Alemão de Transportes, Construção e Desenvolvimento das Cidades que está construindo um projeto intitulado Casa Eficiente Plus em Berlim.
sábado, 26 de novembro de 2011
Como descobrir se é só marketing ou se a empresa é mesmo verde?
Sustentabilidade – Empresas Ecologicamente Corretas
terça-feira, 15 de novembro de 2011
SWU atrai marcas que querem reforçar conceito de sustentabilidade
Festival atrai empresas como Heineken, Coca-Cola
e Ipiranga para divulgarem suas plataformas de conscientização ambiental
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Telhados Verdes podem ser obrigatórios em condomínios
Uma boa oportunidade para o marketing verde nas empresas do setor!
Telhados verdes podem ser obrigatórios em condomínios
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Marketing Verde & Ambiental
Marketing Verde
"Concentrações de dióxido de carbono (CO2), metano e óxido nitroso aumentaram notavelmente como resultado das atividades humanas desde 1750, e agora excedem, em muito, os valores (anteriores)", diz o relatório.
"Os aumentos globais na concentração de dióxido de carbono se devem, sobretudo, ao uso de combustíveis fósseis e mudanças no manejo da terra, enquanto o aumento de metano e óxido nitroso se deve primordialmente à agricultura."
As conclusões estão descritas no "Resumo para os Formuladores de Políticas", que integra a primeira parte do relatório "Mudanças Climáticas 2007".
O documento diz que, até o fim deste século, a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC – na melhor das hipóteses – até 4ºC.
O derretimento das camadas polares deve fazer com que os oceanos se elevem entre 18 cm e 58 cm até 2100, dizem os cientistas. Além disso, tufões e secas devem se tornar mais intensos.
Marketing Ambiental
O Marketing Ambiental pode ser assimilado pelas empresas como uma ferramenta estratégica. Para viabilizar este objetivo é necessário desenvolver uma cultura de comunicação capaz de integrar conteúdos de vários departamentos técnicos ligados ao meio ambiente e qualidade de vida. É responsável em dar forma à política ambiental da empresa, auxiliando a otimizar e a implementar seu aperfeiçoamento integrado a um Sistema de Gestão Ambiental (SGA).
Trata-se de uma ferramenta capaz de projetar e sustentar a imagem da empresa, difundindo-a com uma nova visão de mercado, destacando sua diferenciação ecologicamente correta junto à sociedade, fornecedores, funcionários e ao mercado. O Marketing Ambiental, também conhecido como Marketing Verde, Ecologicamente Correto ou Ecomarketing, extrapola a mera publicidade ou divulgação dos produtos ou serviços oferecidos por empresas que querem veicular na mídia e no meio profissional ou para o consumidor a aplicação de métodos ambientalmente corretos aplicados ao seu gerenciamento interno ou na produção ou prestação de serviços.
O marketing verde é uma verdadeira e ampla adoção de políticas ambientais que vão do início, desde a coleta da matéria prima até sua disposição; é a compreensão gerencial ampla, dotada de métodos abrangentes e envolventes. Envolve a área de recursos humanos, ciência e tecnologia, educação, tudo enfim que estiver envolvido com a produção ou a prestação de serviços. Será uma necessidade empresarial. A empresa poluidora ou eticamente incorreta sob o ponto de vista ambiental será expurgada gradativamente pelos consumidores.
O Marketing Ambiental não se limita à promoção de produtos que tenham alguns atributos verdes (tais como recicláveis e produtos que não destruam a camada de ozônio). Isso porque, para posicionar-se como ambientalmente responsável, a empresa deve, antes de mais nada, organizar-se para ser uma empresa ambientalmente responsável em todas as suas atividades. Para isso, todos os funcionários devem estar conscientes de que a empresa não pode ter nenhuma falha em seu comportamento ambiental, pois é muito difícil e demorado o processo de reconstrução da imagem de uma empresa previamente retratada na mídia como ambientalmente irresponsável. Além disso, a empresa deve adotar um comportamento pró-ativo, ou seja, deve estar sempre aperfeiçoando seu comportamento ambiental, pois as expectativas da população quanto ao verde está em constante mudança e os objetivos que as empresas devem buscar atingir, em termos de emissões atmosféricas, por exemplo, são ideais (emissão zero de partículas poluentes). Por isso, para atingir tais objetivos, as empresas devem traçar metas cada vez mais rígidas.
Fontes: UOL-BBC / Prima Pagina / AMDA










