terça-feira, 15 de novembro de 2011

SWU atrai marcas que querem reforçar conceito de sustentabilidade


Festival atrai empresas como Heineken, Coca-Cola e Ipiranga para divulgarem suas plataformas de conscientização ambiental


Grandes eventos de música são sempre oportunidades para as marcas criarem relacionamento, conquistarem potenciais consumidores e fazerem ativações.
Em relação ao SWU, o grande atrativo para as organizações é seu forte vínculo com a sustentabilidade, lema que já começa a ser reforçado no nome do evento (Starts With You, ou começa com você) e perpassa toda sua divulgação.
O SWU 2011 ocorreu nos dias 12, 13 e 14 de novembro, em Paulínia, São Paulo
Confira as principais ações:

Crystal ECO

A Coca-Cola, junto com a Fiat, a Melitta, a Ipiranga e a LPL, é patrocinadora do festival, como foi na edição de 2010. A plataforma é uma boa ocasião para a empresa dar continuidade a sua já estabelecida estratégia de reforçar o conceito de sustentabilidade.
O grupo realizou um lançamento exclusivo para o evento, que somente estará no resto do mercado em janeiro de 2012. Trata-se da nova garrafa de água da marca Crystal, a Crystal ECO, que utiliza 20% menos PET que as versões anteriores, além de ter 30% de sua matéria-prima originária da cana de açúcar, e não do petróleo.
O local foi palco de uma campanha da empresa para estimular os consumidores a retorcer a embalagem após beber, divulgando que isto diminui em quase 40% o volume transportado para a reciclagem, facilitando o processo.
Combustível
A Ipiranga, como a Fiat, ambas patrocinadoras, é uma marca que tem a ganhar com o foco sustentável do festival, especialmente pelo produto que vende. A rede contou com uma arquibancada vip exclusiva no evento para 8 mil pessoas, e que também foi utilizada para a divulgação do “Cartão km de vantagem Ipiranga”. Um local coberto e com uma vista privilegiada dos dois palcos principais. Os ingressos tiveram o preço de R$ 450 para o público ou R$ 200 mais 100 km para os clientes do cartão. Para reforçar seu patrocínio, a empresa investiu principalmente em concursos que deram entradas como prêmio.

A maioria das ações foi realizada na página da marca no Facebook, chamada “Km de vantagens”. O concurso cultural premiou 30 internautas com dois ingressos, cada. Os participantes tinham que criar uma frase descrevendo uma ação sustentável que praticavam no dia a dia, proposta que também esteve presente em quase todos os sites de música que fizeram sorteios. A Ipiranga também ofereceu mais 120 pares de ingressos no site de leilão Lances de Vantagens, para clientes cadastrados. 
Música
A Heineken mantém seu posto de marca com o maior envolvimento com o SWU, novamente detendo os direitos de venda de cerveja e chopp e com o Heineken Greenspace, palco de música eletrônica. O patrocínio aos eventos musicais é um grande braço da empresa, que apoia mais de 100 festivais no mundo e já fechou com o Loolapalooza 2012, no Brasil.
Como fez no Rock in Rio, a ação principal da marca foi divulgar sua plataforma musical “Human Equalizer”, um aplicativo de MP3 focado nos jovens adultos. Para a divulgação do conceito, a empresa também organizou “aquecimentos”, com festas em casas noturnas em São Paulo, Campinas e Americana, no estado de São Paulo. Os eventos são registrados e os vídeos publicados na fan page da marca.
Na área de sustentabilidade, a Heineken lançou no Brasil, no evento, a plataforma “Brewing a Better Future”, que têm três objetivos: melhorar o impacto ambiental dos negócios da organização, capacitar as pessoas e comunidades em que opera e divulgar o impacto positivo da cervejaria.
Consumo de álcool
Em Paulínia, a empresa utilizou apenas 70% da sua operação com o serviço Chopp Heineken, para diminuir o impacto ambiental, e espalhou containers de lixo e mensagens para incentivar os consumidores a realizarem o descarte dos resíduos de maneira adequada para a reciclagem.
Outro ponto é um assunto com o qual as produtoras de bebidas alcoólicas de todo o mundo vem se preocupando: o incentivo ao consumo responsável de álcool. A marca apresentou a plataforma de conscientização “Enjoy Heineken Responsibly”, exposta em forma de vídeos em todas as ações no evento, em apoio à campanha do Governo do Estado de São Paulo. A cervejaria ainda construiu uma parede de escalada de 7 metros de altura, com visão privilegiada dos palcos, e bares na área VIP.


Fonte: mundodomarketing.com.br

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Telhados Verdes podem ser obrigatórios em condomínios


Uma boa oportunidade para o marketing verde nas empresas do setor!

Telhados verdes podem ser obrigatórios em condomínios


Circula na Câmara Federal um projeto para obrigar condomónios a instalarem ecotelhados em suas coberturas. De autoria do deputado Jorge Mudalen (DEM-SP), o projeto de lei 1703/11quer transformar os telhados de condomínios que sejam verticais com mais de três unidades agrupadas.
Além de promover a sustentabilidade, a ideia é definir os ecotelhados como padrão para melhorar o aspecto paisagístico, trazer mais conforto térmico (reduzindo assim o consumo de aparelhos de ar condicionado) e ainda, promover o escoamento de água, medidas que já são praticadas por quem utiliza nossas soluções.
O projeto define ainda os telhados verdes como sendo uma cobertura de vegetação arquitetada sobre a laje de concreto ou a cobertura do edifício. A proposta estabelece que todos os Estados brasileiros terão a responsabilidade por definir condições e prazos para a adequação dos condomínios.
O deputado exige ainda dentro de seu projeto que os ecotelhadoscontenham as vegetações prefencialmente nativas e resistentes às variações de temperatura. Os telhados devem ter ainda, camadas de impermeabilização, proteção contra raízes, drenagem, filtragem, substrato e vegetação.
Seguindo tendências internacionais, que cada vez mais incentivam o uso de telhados verdes, o deputado ainda aposta na facilidade de manutenção dos ecotelhados. O projeto será analisado por comissões do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável,Desenvolvimento Urbano e da Constituição e Justiça e de Cidadania.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Marketing Verde & Ambiental


Marketing Verde

O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) culpa a ação do homem pelo aquecimento global e prevê um cenário de catástrofe ambiental.

"Concentrações de dióxido de carbono (CO2), metano e óxido nitroso aumentaram notavelmente como resultado das atividades humanas desde 1750, e agora excedem, em muito, os valores (anteriores)", diz o relatório.

"Os aumentos globais na concentração de dióxido de carbono se devem, sobretudo, ao uso de combustíveis fósseis e mudanças no manejo da terra, enquanto o aumento de metano e óxido nitroso se deve primordialmente à agricultura."

As conclusões estão descritas no "Resumo para os Formuladores de Políticas", que integra a primeira parte do relatório "Mudanças Climáticas 2007".

O documento diz que, até o fim deste século, a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC – na melhor das hipóteses – até 4ºC.

O derretimento das camadas polares deve fazer com que os oceanos se elevem entre 18 cm e 58 cm até 2100, dizem os cientistas. Além disso, tufões e secas devem se tornar mais intensos.

Marketing Ambiental
O Marketing Ambiental pode ser assimilado pelas empresas como uma ferramenta estratégica. Para viabilizar este objetivo é necessário desenvolver uma cultura de comunicação capaz de integrar conteúdos de vários departamentos técnicos ligados ao meio ambiente e qualidade de vida. É responsável em dar forma à política ambiental da empresa, auxiliando a otimizar e a implementar seu aperfeiçoamento integrado a um Sistema de Gestão Ambiental (SGA).

Trata-se de uma ferramenta capaz de projetar e sustentar a imagem da empresa, difundindo-a com uma nova visão de mercado, destacando sua diferenciação ecologicamente correta junto à sociedade, fornecedores, funcionários e ao mercado. O Marketing Ambiental, também conhecido como Marketing Verde, Ecologicamente Correto ou Ecomarketing, extrapola a mera publicidade ou divulgação dos produtos ou serviços oferecidos por empresas que querem veicular na mídia e no meio profissional ou para o consumidor a aplicação de métodos ambientalmente corretos aplicados ao seu gerenciamento interno ou na produção ou prestação de serviços.

O marketing verde é uma verdadeira e ampla adoção de políticas ambientais que vão do início, desde a coleta da matéria prima até sua disposição; é a compreensão gerencial ampla, dotada de métodos abrangentes e envolventes. Envolve a área de recursos humanos, ciência e tecnologia, educação, tudo enfim que estiver envolvido com a produção ou a prestação de serviços. Será uma necessidade empresarial. A empresa poluidora ou eticamente incorreta sob o ponto de vista ambiental será expurgada gradativamente pelos consumidores.

O Marketing Ambiental não se limita à promoção de produtos que tenham alguns atributos verdes (tais como recicláveis e produtos que não destruam a camada de ozônio). Isso porque, para posicionar-se como ambientalmente responsável, a empresa deve, antes de mais nada, organizar-se para ser uma empresa ambientalmente responsável em todas as suas atividades. Para isso, todos os funcionários devem estar conscientes de que a empresa não pode ter nenhuma falha em seu comportamento ambiental, pois é muito difícil e demorado o processo de reconstrução da imagem de uma empresa previamente retratada na mídia como ambientalmente irresponsável. Além disso, a empresa deve adotar um comportamento pró-ativo, ou seja, deve estar sempre aperfeiçoando seu comportamento ambiental, pois as expectativas da população quanto ao verde está em constante mudança e os objetivos que as empresas devem buscar atingir, em termos de emissões atmosféricas, por exemplo, são ideais (emissão zero de partículas poluentes). Por isso, para atingir tais objetivos, as empresas devem traçar metas cada vez mais rígidas.

Fontes: UOL-BBC / Prima Pagina / AMDA

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O que é marketing verde?


Seja empresa grande ou pequena, a organização que deseja crescer no competitivo mercado, deve estar atenta aos anseios não só de seus clientes, mas da sociedade em geral.
Vale lembrar que muitos desses anseios não são mero modismo, como alguns acham, mas sim algo que pode mudar a trajetória de vários negócios, e a empresa que quiser sobreviver e crescer deve estar atenta a esses fatores.
E um que vou destacar em especial, é a preocupação que as pessoas vêm tendo em relação ao meio ambiente, chegando a fazer pequenas modificações em seus hábitos, dentre estes a escolha por produtos tido como “verdes” ou ecologicamente corretos e deixando de consumir aqueles que prejudicam o meio ambiente.
É nesta situação que as organizações vêm adotando em sua cultura organizacional, o marketing verde também conhecido como marketing ambiental.



Apenas para situar o leitor, o marketing verde é um dos mais novos nichos do marketing, voltado a atender as demandas de seus clientes que, preocupados com o meio ambiente, exigem que as empresas realizem algumas modificações nos processos de fabricação de seus produtos a fim de ajudar na preservação e aumentar a qualidade ambiental. Além disso, o marketing verde serve também para que a empresa possa atender às diversas legislações ambientais que vem surgindo.
Talvez você esteja imaginando: “Há essa deve ser mais uma estratégia da empresa visando apenas o seu lucro.” Realmente, no inicio do marketing verde, mais precisamente nos anos 80 e 90, o pensamento das empresas era basicamente esse. Mas aos poucos, através das pressões sociais, legais e até mesmo da própria mudança de consciência por parte dos empresários, hoje o foco é mais voltado a preservação do meio ambiente, sendo que muitas organização tem feito muito mais do que o exigido pela lei.
Um dos grandes diferenciais do marketing verde é que ele tem a oportunidade de beneficiar vários grupos, pois através de suas ações a empresa, sociedade e meio ambiente saem ganhando. É o que podemos chamar de reação em cadeia.
A preocupação ambiental é mais uma tendência imposta pela sociedade e é algo que não tem data para acabar. Assim as empresas que não se adequarem a isso, podem enfrentar vários problemas que vão desde perda de vendas até multas de alto valor.
Por isso esteja pronto para fazer modificações na estrutura do seu negócio e encare o marketing verde não como um atraso, mas sim como uma oportunidade de aumentar seus lucros, reduzir seus custos e ajudar o meio ambiente.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Rock in Rio – Por um mundo melhor – Marketing Verde?

Festivais de Música têm apostado no marketing verde para promover os seus eventos. Depois do SWU o Rock in Rio também busca ser um festival sustentável.
Desde a edição de 2001 o Rock in Rio busca ser um evento mais social com ações mobilizam e sensibilizem a sociedade. Foi neste momento que o festival deixou de ser apenas Rock in Rio e passou a ser Rock in Rio Por um mundo melhor.
 
A partir de 2006, o evento atualizou o conceito e passou a levantar também questões ambientais. O objetivo do Rock in Rio 2011 foi reduzir ao máximo a poluição, o lixo e as emissões de CO2 causadas evento e, o que não pode ser evitado, deve ser compensado através de compra de créditos de carbono, reciclagem e plantio de árvores.
 
Vocês acreditam que o Marketing Verde do Rock in Rio Por um mundo melhor é boa estratégia de marketing?
 
Seguem algumas explicações e comentários sobre o evento colhidos da internet:
 
 Rock in Rio – Por um mundo melhor

Explicação: Rock in Rio – Por um mudo melhor

Comentários na internet:
 
FESTIVAL SUSTENTÁVEL, POR UM MUNDO MELHOR
Como vocês já sabem, nós queremos que o festival seja não apenas o maior do mundo, como também o mais sustentável. Para isso, contamos com o apoio da Sociedade Ponto Verde (SPV), instituição portuguesa sem fins lucrativos responsável por promover programas de reciclagem de embalagens em vários países europeus. Este ano, no Rock in Rio, a SPV implantará pela primeira vez no Brasil o selo 100R, concedido a organizações que agem para reduzir seu impacto ambiental.
Nos já recebemos esse certificado nas edições de 2008 e 2010 em Lisboa, onde encaminhamos para reciclagem mais de 145 toneladas de resíduos. No Brasil, queremos que 100% dos resíduos gerados antes, durante e depois do festival tenham um destino adequado: reciclagem, compostagem ou, em último caso, descarte correto em um aterro sanitário.
Nessa missão, contamos com o apoio da Companhia Municipal de Limpeza Urbana(Comlurb) do Rio de Janeiro, da Cooperativa Barracoop – que receberá o material destinado à reciclagem, e da Usina de Transferência e Reciclagem do Caju – para onde irá o material orgânico destinado à compostagem. Na usina, aliás, será gerado um adubo orgânico que será usado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no programa “Rio Capital Verde”, que vai reflorestar 1,5mil hectares até 2012.
Além destas ações, contamos também com o seu apoio, fã, durante o festival. Para ajudar a realizar um festival mais sustentável, você precisa apenas escolher o transporte público para ir ao festival em lugar do carro particular – o que ajuda a cortar pela metadeas emissões de CO², e descartar o lixo que você gerar durante o festival em um dos 600 contentores que estarão espalhados pela Cidade do Rock.
 
 
Sustentabilidade no Rock
por Silvia Dias —Sep 01, 2011 03:20 PM
Depois do SWU, agora é a vez do Rock in Rio prometer um evento sustentável
Mais um festival de rock levanta a bandeira da sustentabilidade: esta semana os organizadores doRock in Rio anunciaram que o evento terá emissão zero de carbono e 100% de reciclagem. Para tanto, disseram que reduzirão a quantidade de detritos encaminhados para aterro sanitário, venderão material reciclado e tentarão sua transformação em recursos para projetos de reflorestamento. Catadores de lixo na operação (básico!) e a receita gerada a partir da venda dos resíduos deverá ir para a Cooperativa Barracoop, que fica próxima à Cidade do Rock. Tambéminformaram que haverá compensação da emissão de carbono com plantio de árvores e programas educacionais, além de uma campanha chamada "Vá de ônibus". O que eu gostei: eles olharam para a "operação" para estabelecer ações de redução de impacto ambiental, ao invés de focar no público, em ações de marketing, como fez o SWU no ano passado. Desta forma, essa tal de Sustentabilidade torna-se inerente ao processo, e não uma máscara sobre o rosto real do projeto. Só resta conferir se vão cumprir o prometido. Mas depois das lições do SWU, acho que eles não se arriscarão a comprometer a imagem da marca. E você, o que achou desta iniciativa do Rock in Rio?